sexta-feira, 1 de junho de 2012

INSIGHTS

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7 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Bom dia, amigos da GV! Vamos abrir os trabalhos neste blog, primeiramente agradecendo a iniciativa de nosso colega Fernando! Valeu, Fernando, muito obrigado!

    Neste primeiro post, eu queria trazer um outro exemplo interessante sobre gestão do conhecimento, onde vejo similaridades com o caso da Xerox, uma empresa extremamente criativa, mas que por razões diversas, não soube explorar o conhecimento e inovações que detinha, em uma época de incrível transformação, justamente a Era da Informação...

    Trabalhei 16 anos em uma empresa do varejo de luxo, e lá aprendi a história e origem dos relógios. Não me estenderei aqui, pois a origem deste instrumento vem de milhares de anos atrás, com a invenção do relógio de sol e da clepsidra.
    Mas o interessante a relatar aqui é que no final da década de 50 e início da década de 60, a indústria suíça relojoeira esnobou uma invenção da época, inovadora, mas que impactaria diretamente na cultura e história desta indústria: o relógio movido a quartzo.
    Ao darem as costas para tal conhecimento - com a argumentação de que "relógios a quartzo não possuem máquina, logo não são relógios", uma empresa japonesa se interessou pela nova tecnologia, e em 1970, a SEIKO lança ao mundo uma série de relógios de pulso movidos a quartzo, e em apenas 3 anos esta nova "maravilha tecnológica" provoca a falência da indústria relojoeira suíça,que somente veio ressurgir no mercado alguns anos depois, já absorvidos por este novo conhecimento...
    É isso aí, mais um conhecimento compartilhado com vocês!
    Um abraço.

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    1. Oi Rogério - muito interessante o seu post.

      Creio que não só criar uma nova tecnologia, mas talvez mais importante é transformar a tecnologia em valor percebido é que é o "pulo do gato". Para avançar como nação desenvolvida economicamente, o Brasil precisaria dar mais importância a isto, mas não é o que vemos, infelizmente.

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  3. texto extraído do site:
    www.revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12025

    "O VALOR DO CONHECIMENTO"
    O que traz valor para as pessoas e para as empresas, no longo prazo, é o conhecimento e não a informação

    de Carlos Alberto Júlio

    Existem pessoas tão preocupadas com os valores que não conseguem enxergar os números. Mas piores mesmo são aquelas que, de tão preocupadas com os números, se esquecem dos seus valores.

    E isso acontece todos os dias, em todos os lugares. Cada geração tende a reaprender os seus princípios. Precisamos nos adaptar constantemente às nossas próprias invenções para chegarmos onde queremos. E é nesse ponto que aparece um dos maiores dilemas dos seres humanos, e que nos leva a olhar para dentro de nós mesmos e perguntar: o que importa para a minha vida? Será que a fama, o sucesso e o dinheiro compensam outras frustrações que vamos acumulando ao longo dessa jornada?

    E a paz interior corporativa? Ela também começa quando equacionamos o nosso equilíbrio, simplicidade, sucesso e eficácia, que nos permitem fazer o nosso trabalho mais rapidamente para termos mais tempo para ficar com a família, estudar ou fazer aquilo que sempre adiamos por algum motivo aparentemente justificável. Mas, para atingir um resultado positivo nessa equação, é preciso saber conhecer as suas necessidades e viver de acordo com os seus valores, sem deixar o conhecimento para trás. Lembre-se de que o acesso imediato à informação é o que complementa o valor de um profissional nos dias de hoje.

    É importante que se entenda muito bem que o que traz valor para as pessoas e para as empresas, no longo prazo, é o conhecimento e não a informação. Ninguém aqui renegaria o valor da informação certa na hora certa, principalmente aquelas de caráter competitivo. Porém, há de se definir que a informação tem caráter cumulativo, enquanto o conhecimento é seletivo, ou seja, enquanto a informação pode ser buscada na hora que dela necessitamos, e armazenada se necessário for, o conhecimento exige inferência e uso para gerar valor.

    A propósito, o conhecimento só serve para duas coisas: ser compartilhado ou gerar valor. O conhecimento retido na pessoa ou num livro que nunca será lido é um tesouro no fundo do mar. A sabedoria, por sua vez, é todo o conhecimento aplicado. Quando você usa conhecimento para viver melhor, produzir melhor, está exercendo uma certa sabedoria. A obsolescência nas organizações parece advir cada vez mais da incapacidade de gerir e compartilhar as experiências que estão nas pessoas que lá trabalham. Por outro lado, você sabe que está ficando obsoleto no campo pessoal quando pára de aprender.

    Na relação da gestão do conhecimento organizacional, a questão emergente é como gerenciar algo cuja aquisição não se pode obrigar. O conhecimento só se recebe voluntariamente, não é possível impô-lo. Na questão pessoal, é preciso entender que a busca por conhecimento deve ser multidisciplinar.

    Escreva seus valores e o que eles significam para você. Não basta tê-los na cabeça e no coração, é preciso escrevê-los no papel. Priorize seus valores, valorize seus conhecimentos e será o mercado que dirá quanto você vale. Afinal, quanto vale a sua paz interior? Muito mais que o seu salário, eu não tenho a menor dúvida. E se fizermos esta pergunta daqui a 500 anos, a resposta será a mesma, com certeza.

    Carlos Alberto Júlio é presidente da HSM do Brasil, professor, palestrante e autor dos best-sellers: "Reinventando Você!", "A Magia dos Grandes Negociadores" e seu mais recente sucesso,"A Arte da Estratégia". Graduado em administração de empresas com especialização na Harvard Business School e no IMD de Lausanne-Suíça, Júlio é professor na USP, ESPM e FGV.

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    1. O conhecimento é o maior ativo que um ser humano pode ter. Os cérebros é que definem a qualidade e a estratégia de um profissional. Analisar os fatos sobre este prisma muda tudo.Através de muita transpiação devemos criar o nosso capital intelectual.

      Gostei da parte do texto que diz que o conhecimento só serve para duas coisas: ser compartilhado ou gerar valor. Concordo plenamente. O valor do conhecimento se dá nas ações práticas. Analisando o significado das palavras, talvez o conhecimento na prática seja a tal falada sabedoria. Talvez a sabedoria seja o reflexo do conhecimento através da experimentação, da observação, da utilização dos conhecimentos previamente adquiridos. Para se ser sábio é preciso viver, experimentar, ousar, errar, acertar, ponderar, amar, respeitar, ver e ouvir a própria vida.

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  4. Colegas,

    Para quem se interessa por Scrum, segue um ótimo guia:

    http://www.scrum.org/storage/scrumguides/Scrum%20Guide%20-%20Portuguese%20BR.pdf

    Abraços.

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  5. Amigos da FGV,
    Acabei de receber de uma amiga o link de um vídeo produzido pela empresa BOX1824, que estuda o comportamento da nova geração e seus impactos no mundo, definitivamente globalizado.Eles são brasileiros (gaúchos), e estão fazendo um tremendo sucesso no mundo todo.

    O primeiro vídeo deles chama-se "We all to be young", já disponível no Youtube, e este mais recente chama-se "All work and all play".
    São 10 minutos de uma viagem sensorial incrível, que nos faz pensar muitas coisas, e tem tudo a ver com o nosso momento dentro do curso na FGV, no que tange à gestão da própria carreira e gestão do conhecimento.
    Espero que gostem, assim como eu!
    Abs a todos.

    http://followthecolours.com.br/2012/06/all-work-and-all-play-box1824.html

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